Tratamentos para dor de cabeça Campo Largo, Paraná

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Claudio Tacashi Takada
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Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
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Salmo Raskin
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Affonso Coelho
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Renato da Silva Freitas
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R. Solimões 1154 Merces
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Iara Rute Correa Duarte
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Joao Bosco da Rocha Strozzi
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Champagnat Clin. e Lab.
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Tratamentos para dor de cabeça

Primeiro Passo:

Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar da cena e veja-a reagindo com emoções positivas enquanto tudo acontece. Veja os outros também demonstrando certas emoções. A vida transpira movimento, portanto você quer que a sua visão seja como um filme, e não como umas poucas fotografias. Deixe a cena passar pela sua imaginação. (Embora pensemos em visões como quadros mentais, não tem que ser assim necessariamente. Às vezes simplesmente pensar a respeito de alguma coisa, sem dar a ela configuração de imagem, poder ser uma forma de visão igualmente eficaz).

PROCEDIMENTO

1) Focalize a sua dor de cabeça, permita-se senti-la de modo receptivo, para que possa descrever a intensidade do desconforto, situando-o em uma escala de 0 a 10, em que 10 representa o maior grau e 0 a ausência de desconforto. Tal descrição deve ser feita no presente e em termos sensoriais (VAC).

2) Em seguida, coloque uma cadeira em sua frente e imagine uma folha de cartolina sobre a cadeira, acompanhada de vários lápis de cor ou pincéis coloridos à sua disposição, para que represente a dor de cabeça visualmente, através de um desenho. Não é necessário fazer o desenho efetivamente, basta imaginá-lo. Estamos sugerindo que passe a representação mental da dor para aquela cartolina, usando as cores que desejar na forma que quiser. Isto implica em mudar o sistema representacional da dor de cinestésico (C) para visual (V).

3) Depois que a representação visual estiver concluída, expresse verbalmente todos os sentimentos provocados pela dor,. por ex.: “Você está me deixando louco”, “Não te suporto mais, sai de mim! Vá embora!” etc. Você deve expressar toda a negatividade existente em seu interior relacionada ao sintoma representado na cartolina imaginária, falando diretamente ao sintoma.

4) Depois pense em uma pessoa ou uma circunstância de sua vida, para a qual fizesse sentido dizer tudo o que foi dito à representação visual de sua dor. Logo que a pessoa ou circunstância seja encontrada, faça uma substituição colocando o que tiver sido encontrado no lugar da cartolina e repita tudo que falou à representação, como se estivesse falando com a pessoa ou circunstância que o sintoma evocou. Uma das evidências de que encontrou-se a raiz do problema é que você, neste ponto, coloca mais energia e realismo em sua atuação.:

5) Mude agora de cadeira, colocando-se no lugar do outro e respondendo ao que foi dito. Expresse-se totalmente, a partir do ponto de vista do outro (segunda posição perceptiva). Depois volte à cadeira original (primeira posição) e faça a réplica. Mantenha o diálogo até encontrar uma estrutura de concordância, até você se conscientizar da contribuição que vem fazendo para manter o sintoma.

6) Volte à escala de 0 a 10 e indique em que grau está o seu desconforto. Geralmente neste ponto o sintoma já desapareceu completamente. Se, entretanto, ainda restar algum desconforto, repita com ele o processo a partir do passo 2, repetindo tantas vezes quantas forem necessárias para zerar o problema. Considera-se zerado quando a dor de cabeça tiver desaparecido completamente. No caso de se estar trabalhando com sintomas crônicos, considera-se zerado quando todo o peso emocional tiver dado lugar a um sentimento de leveza através do perdão/gratidão.

7) Verifique se tudo está bem para você. Faça um teste, imaginando-se num futuro próximo, numa situação em que normalmente a dor de cabeça ocorreria. Observe como se sente. Tudo bem? Então cumprimente-se pelo poder do cérebro que você tem e boa sorte!

FONTE: PonteNciaL - Instituto de Programação Neurolingüística.

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