Os relacionamentos na atualidade Brasília, DF

Estamos hoje presenciando diversas formas de relacionamentos amorosos e cada vez mais a liberdade está presente em nossa sociedade. A exigência tanto do homem como da mulher aumentou – os homens estão se cuidando mais, indo ao salão, fazendo as unhas; as mulheres perderam o rótulo de submissão. Leia mais abaixo.

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Os relacionamentos na atualidade

Autor: Rodrigo Zambon

Estamos hoje presenciando diversas formas de relacionamentos amorosos e cada vez mais a liberdade está presente em nossa sociedade. A exigência tanto do homem como da mulher aumentou – os homens estão se cuidando mais, indo ao salão, fazendo as unhas; as mulheres perderam o rótulo de submissão, foram à luta, recebem salários iguais ou superiores ao dos homens e esse nivelamento na relação é muito importante. O auto-conhecimento possibilita a obtenção de maior autoconfiança, capacidade e disposição para a criação de um estilo próprio de vida a dois respeitando sempre as diferenças existentes, orientado sempre para o crescimento mútuo. O caminho para melhorar a si próprio está dentro de nós mesmos e os objetivos são alcançados de acordo com o grau de esforço do casal.

Cada vez mais casais se formam e se separam. Hoje em dia a tolerância diminuiu, uma pequena discussão pode trazer resultados catastróficos. Os casais não têm mais tempo para se fortalecerem; o trabalho excessivo, o corre-corre das cidades, responsabilidades, academia, enfim, sobra pouco tempo para a cumplicidade, sendo que um relacionamento precisa ser renovado a cada dia, precisa ser revigorado, criativo, com novas opções que modifiquem para melhor a vida a dois. Ele amadurece com o passar dos anos. O sucesso ou o fracasso de uma relação depende de vários fatores, inconscientes ou não a compreensão da vida conjugal é fundamental.

A verdade é que as crises fazem parte da vida de um casal. Não existe casal sem crises, ela vem equilibrar a vida a dois. Gastar energias evitando-as é pura perda de tempo, o ideal é aprender a superá-las. Além das crises o bem estar sexual é essencial à vida de um casal, principalmente para a mulher que, insatisfeita, pode se sentir rejeitada e não desejada pelo parceiro; a mulher considera o ato sexual acima de tudo como um ato de amor. Com relação ao ato propriamente dito, não há uma medida padrão, os encontros dependem do desejo e o fato de um dos parceiros querer menos que o outro não significa que ele não goste de dar prazer. A fuga da rotina pode ser uma boa alternativa para reaproximar o casal, uma viagem, uma noite dançante podem acender a chama. Crises renovam e reaproximam.

O ciúme, sentimento contraditório e às vezes maléfico à relação pode ser revertido positivamente. O que muitos consideram uma manifestação do amor é na verdade uma reação que produz angústias, podendo abalar a saúde do casal. O ciúme muitas vezes são criações mentais que o indivíduo passa a adotar como se fossem reais. Culpa o parceiro, e responsabiliza-o pelo que está passando. A tarefa para coibir esse sentimento é inibir os pensamentos seguintes ao primeiro, não deixar que isso se torne uma neurose. Quando obtemos certo grau de auto-conhecimento, somos capazes de bloquear esse processo permitindo a procura de um caminho mais conveniente e maduro para resolver a situação. Freud (Volume XVIII - Além do princípio de prazer psicologia de Grupo e outros trabalhos: Alguns Mecanismos Neuróticos do Ciúme, 1922) faz a seguinte observação também presente no livro: “Ciúme o medo da perda de Eduardo Ferreira-Santos, Ed. Claridade, 5ª edição, páginas 53,54”

“Embora possamos chamá-lo de “normal”, o ciúme não é, em absoluto, completamente racional, isto é, derivado da situação real, proporcionado a circunstâncias reais e sob controle do ego consciente; isso por achar-se profundamente enraizado no inconsciente, ser uma continuação das primeiras manifestações da vida emocional da criança e originar-se no Complexo de Édipo ou de irmão-irmã do primeiro período sexual. Alem do mais, é digno de nota que, em certas pessoas ele é experimentado bissexualmente, isto é, um homem não apenas sofrerá pela mulher que ama e odiará o homem seu rival, mas também sentirá pesar pelo homem a quem ama inconscientemente, e ódio pela mulher como sua rival.”

À medida que vamos adquirindo conhecimento do nosso verdadeiro “eu”, tomamos conhecimento de nossa relação social, e com o outro. É verdade que não existe um mapa certo e nem errado, cada ser humano é um ser único, o caminho para atingir seus objetivos que deve ser constantemente ajustado as suas necessidades. O contrato (ketubah) firmado entre o casal precisa ser reescrito quando não está atingindo com eficiência o sonho e as projeções pré-estabelecidas. O contrato deve atender ambas as partes e quando a flexibilidade do casal não é suficiente para isso, uma opção é procurar um terapeuta. Lembrando sempre que somos capazes de perdoar na mesma medida que podemos amar.

A PNL pode ajudar a aumentar a compreensão e a aceitar as diferenças do ser amado. A inclusão de recursos ao momento de crise, a flexibilidade para conciliar idéias e principalmente dar novas escolhas para solucionar conflitos. “É preciso ser um realista para descobrir a realidade. É preciso ser um romântico para criá-la” Fernando Pessoa.

Referencia: Descubra PNL

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