Melhore sua atenção com mapas mentais Barra do Piraí, Rio de Janeiro

Você já deve ter assistido a aulas ou palestras que não conseguiu acompanhar, não? Talvez no começo até conseguiu, mas em algum momento se perdeu e não achou o rumo de novo. Leia mais no artigo abaixo.

Patrícia Ferreira Dalboni
(243) 348-8888
Rua Quarenta 20 (sala 508)
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Euzelia Mamede Silveira
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Leonardo Justin Carap
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Niteroi, Rio de Janeiro
Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
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Rubens Carmo Costa Filho
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Edson Bento Nascimento da Silva
(21) 2423-6079
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Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
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Araruama, Rio de Janeiro
Fernando J Chapermann
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
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Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
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Niteroi, Rio de Janeiro
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Melhore sua atenção com mapas mentais

Árvores ilustradas para maior produtividade

O problema - Você já deve ter assistido a aulas ou palestras que não conseguiu acompanhar, não? Talvez no começo até conseguiu, mas em algum momento se perdeu e não achou o rumo de novo. Ou quem sabe estava estudando algum assunto que devia aplicar para resolver um exercício mas simplesmente não conseguia saber por onde começar e nem tinha um roteiro ou algo assim que lhe permitisse saber onde estava e por seguir. É como um quebra-cabeças cuja imagem final você não conhece e cujas peças não se encaixam.

Uma possível causa para esses tipos de dificuldades não está em você, mas sim na maneira como o conhecimento lhe é apresentado: um problema didático. É muito comum o conhecimento ser apresentado em formato descritivo e discursivo: alguém fica falando “horas” sobre algo, não mostra sequer uma figura, que seja um esquema, possivelmente com muitos conceitos novos ou novos significados para palavras existentes e espera que a audiência seja capaz de assimilar todos os novos conceitos no mesmo ritmo da fala. No final, “vamos fazer exercícios e aplicar o que aprendemos”.

Caminhos - As soluções para esse problema de fato já existem e podemos identificar elementos comuns a elas. Um deles chama-se estruturação de conhecimento: ao invés de longas frases descritivas, tópicos sintéticos, com suas relações e dependências evidenciadas, devidamente representadas por símbolos visuais e diagramas. Isso não é realmente novidade: a matemática e a física já fazem isso há séculos. A análise de sistemas e a programação de computadores não analisam, concebem nem desenvolvem sem isso. Estrutura semântica com apoio visual é uma das chaves para lidar com a complexidade e a quantidade de informação e conhecimento. Uma outra chave é dispor de um software, que proporciona produtividade. Um exemplo comum é a planilha digital, que proporciona estrutura (tabela bidimensional) evidenciada por marcação visual (linhas, formatação) e opções para você inserir conteúdo (números, fórmulas). Compare: considere um mesmo conteúdo representado em uma planilha e em formato descritivo.

Nesse cenário, os mapas mentais surgem como uma opção de boa aplicabilidade. Onde houver excesso e sobrecarga, fragmentação e confusão, desorganização e esquecimento e outros problemas relacionados a conhecimento, mapas mentais podem ajudar com sua natural inclinação para a estruturação das idéias e sua representação sintética.

Esta matéria constitui uma introdução aos mapas mentais, na qual você saberá o que e como são e terá indicações para prosseguir caso ache interessante.

Virgílio Vasconcelos Vilela

Fonte: www.possibilidades.com.br

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