Conheça as pessoas hipnotizáveis São Paulo, São Paulo

Para o inventor, as pessoas hipnotizáveis experimentam certas sensações na pele e contrações nos músculos. Tem varias pessoas que nao podem ser hipnotizadas, a disposição à hipnose também não é muito comum entre as pessoas facilmente impressionáveis. Saiba mais abaixo.

Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Endrigo Emanuel Giordani
(11) 8635-3195
Dr. Altino Arantes 870
São Paulo, São Paulo
Fernando Luiz Morales Novaes
11-20637769
Avenida Nazare 1619/1621. Ipiranga
São Paulo, São Paulo
Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
(11) 3081-5973
Rua Rubião Meira 42
São Paulo, São Paulo
Elkis Furlanetto Ct Diag An Clin
Av. Angelica 2250
São Paulo, São Paulo
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Luiz Eduardo Vitagliano
(11) 3505-2012
R. Maestro Cardim 769 - Bloco 2 Audit. Interna
São Paulo, São Paulo
Luciana Campos Nascimento
(11) 9114-6454
Rua Dr. Veiga Filho 351 - Cj. 181
São Paulo, São Paulo
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Conheça as pessoas hipnotizáveis

Para responder a esta pergunta, Ochorowicz inventou (ainda no século XIX) um instrumento especial - o hipnoscópio - que nada mais é do que um ímã(∗), em forma de anel, que a pessoa a ser examinada põe no dedo. Para o inventor, as pessoas hipnotizáveis experimentam certas sensações na pele e contrações nos músculos, enquanto nada acontece se a pessoa não é hipnotizável. Pesquisas de outros investigadores, entretanto, não confirmaram completamente a teoria de Ochorowicz.

Comprovou-se também que os neurastênicos, os hitéricos e os debilitados não são muito dispostos à hipnose. A histeria, particularmente, não se adapta ao hipnotismo; a histeria comum, com suas variáveis manifestações de dor de cabeça e a sensação de uma bola na garganta, combinadas com o desejo de ser interessante e de exagerar os sofrimentos suportados, dá muito pouca disposição à hipnose. O espírito de contradição, muito desenvolvido nas pessoas histéricas, contribui para isso. A noção errônea de que os pacientes histéricos, ou neurastênicos, são particularmente susceptíveis ao fenômeno, resulta do fato de que a maioria dos médicos têm feito somente experiências com eles, ainda seguindo as idéias de Mesmer sobre o magnetismo animal. A realidade, entretanto, aponta para outro lado.

Outro fato que merece registro é a notável susceptibilidade dos pacientes tuberculosos. No que se refere a inteligência, as pessoas inteligentes são mais facilmente hipnotizáveis do que as obtusas e estúpidas.

A excitação mental dificulta a hipnose. Observações feitas por Wetterstrand e Ringer, particularmente, comprovaram que certos indivíduos são ocasionalmente refratários à hipnose e que isso pode estar relacionado à excitação mental. Por outro lado, considera-se um engano completo dizer que a disposição para a hipnose seja um sinal de fraqueza de vontade. Sem dúvida, a capacidade de manter um estado passivo tem efeito satisfatório, e isso, ao contrário, é mais um indício de força do que de fraqueza de vontade. Esta capacidade de dar aos pensamentos uma direção definida é, em parte, uma questão de hábito e, muitas vezes, uma questão de vontade. Ao contrárioo, aqueles que não têm possibilidade de fixar sua atenção, são dispersivos, que sofrem de contínua distração de espírito, dificilmente podem ser hipnotizados.

A disposição à hipnose também não é muito comum entre as pessoas facilmente impressionáveis, diferentemente do que se poderia supor. Sabe-se bem que algumas pessoas influenciáveis sob muitos aspectos, principalmente por coisas insignificantes, oferecem muita resistência ao hipnotismo.

Quanto à idade, crianças menores de três anos não podem absolutamente serem hipnotizadas, e mesmo até as de sete ou oito anos, só o são com muita dificuldade. Já a idade avançada não é, de modo algum, refratária à hipnose. Segundo Liebault, após a hipnose, as pessoas mais idosas muitas vezes se lembram mais de tudo o que aconteceu do que as mais jovens.
(∗) Muitos autores, ao longo dos séculos, referiram-se aos poderes extraordinários dos ímãs. Os Magos do Oriente usavam-no para curar moléstias e os chineses e hindus usaram-no com o mesmo propósito. Alberto Magno, no século XIII, Paracelso, Don Helmart e Kercher também o empregaram, assim como o astrônomo e jesuíta Hell, em Viena, no fim do século XVIII. Também o conceituado médico britânico Dr. Reil empregou o ímã terapeuticamente. Riechenbach, em 1845, afirmou que algumas pessoas sensíveis tinham reações peculiares quando em contato com um ímã, relatando inclusive, que muitas diziam ver uma luz diferente, batizada por ele por “Estranha Luz”.

Nota: É sabido que o fenômeno da hipnose existia já há muitos milênios. Nas muralhas dos templos dedicados à deusa egípcia Ísis, vêem-se pessoas concentradas em oração, que estão, indisfarçavelmente, em estado de transe. Na velha Mesopotâmia, os sacerdotes hipnotizavam as donzelas, para investigarem coisas do futuro. As sacerdotisas do Oráculo de Delfos vaticinavam em hipnose, a que eram induzidas pela inalação de vapores. O sono no templo, na Grécia de Asclepíades, não era outra coisa senão hipnose, só que de uma forma diferente. Os médicos hindus também trabalhavam com hipnose, aliás, foi exatamente na Índia que se desenvolveram, antecipadamente, técnicas de concentração através do estado hipnótico.

Fonte: http://www.camarabrasileira.com/projetosaber.htm

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