Aulas de EFT Campo Largo, Paraná

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Aulas de EFT

Tive a idéia de compartilhar uma experiência que tive há algumas semanas com EFT e com minha irmã. Ela veio me visitar na minha cidade e, como eu já havia planejado ir em uma aula “por diversão” em Oakland (a uns 158 Km de Sacramento, que é onde eu vivo), perguntei a ela se gostaria de ir à aula também. Ela aceitou no ato, e no sábado pela manhã, nos levantamos cedo, entramos no carro e nos dirigimos para Oakland. Enquanto estavamos na rodovia, contei a minha irmã que me preocupava estar engordando um pouco e perguntei se ela queria trabalhar isso comigo. Ela me disse que adoraria, porque também era uma área em que realmente gostaria de trabalhar.

Ela conhecia um pouco de EFT. Sua única experiência foi quando estava em casa no ano passado. Quando cheguei lá, ela estava com uma dor terrivel no ombro e no braço. Não podia mover o braço sem que doesse. A primeira coisa que perguntei foi: “o que você anda carregando nos ombros? Ela riu, e em seguida a guiei através do EFT durante uns 20 minutos, enquanto sua dor e a tensão aliviavam.
Como dizia, o percurso de carro para Oakland era de mais ou menos uma hora e meia. Começamos a fazer EFT com a primeira idéia voltada para o peso, que nos veio na mente; depois surgiram mais, uma atrás da outra. Abundavam os pensamentos, as crenças, as sensações e as idéias sobre o peso e a comida. “Esta crença de que a comida é ruim”, “Esta crença de que, só de passar em frente de uma confeitaria engordo”, “Esta crença de que, quanto mais velhas somos, mais gordas ficamos”, “Este medo de que nunca estarei magra e linda”,… “sim, mas…”, atrás “sim, mas…”, nos demos conta que inclusive os “sim, mas…”, têm “sim, mas…”.

Depois de noventa minutos de tapping, de risadas, tristezas, surpresas e revelações, chegamos à Oakland e nos dirigimos à sala. (Nos perguntavámos o que as pessoas que passavam de carro pensavam que tinha acontecido com nós: duas mulheres de carro fazendo tapping no rosto e na parte superior do corpo cada vez que falavam algo. Chegamos a conclusão que logo será algo habitual ver fazer tapping no carro.) É claro, que eu ia dirigindo com muito cuidado.

Depois de uma aula excelente, fomos a San Francisco para jantar e depois para casa, com mais uma hora e meia de EFT sobre o peso. Você não acreditaria nas “coisas” que surgiram ao trabalharmos as duas no assunto. Quando a uma de nós surgia um “sim, mas…” “super significativo”, nos davámos forças com “Eh, essa foi muito boa”ou “Vamos, essa me causou um grande efeito”, e outras nesse estilo, enquanto continuavamos: faziamos tapping, liberávamos mais e mais, e outra vez fazíamos mais tapping. Ambas colocávamos coisas na “panela”: toda porcaria sobre o peso, a comida, as mulheres, as tradições, ou apegos, tirar maior proveito das coisas, etc. Foi um processo relevador e assombroso, que nos abriu os olhos a todas as “coisas” que tinhamos engolido e também a todas as “coisas” que permitimos que nos deram sem que percebessemos.

Estou me estendendo, então resumirei o resto:

1. No dia seguinte, tanto minha irmã como eu comentamos que nosso jantar em San Francisco foi, de certa forma, diferente. Desfrutamos da comida profundamente, e dessa vez foi diferente. Tínhamos certa liberdade, uma falta de pensamentos sobre gordura, o medo, as calorias, e todo o resto. Ao mesmo tempo estávamos conscientes; tinha presença; “adoramos” a comida e como foi preparada. Comemos de forma diferente, em mente e corpo. Não sei explicar bem, só posso dizer que houve algum tipo de mudança em algum lugar.

2. No dia seguinte minha irmã se foi, concluindo a sua visita.

3. Uns quatro dias depois, liguei para minha irmã e perguntei se tinha notado alguma coisa ao ir para o trabalho. Ela disse que agora que eu mencionava, sim: não estava com prisão de ventre. Me acontecia o mesmo; desde nossa maratona ia com regularidade, quero dizer, bem e com regularidade. Sempre tive problemas com isso. Minha irmã também sempre teve problemas com isso; e assim, ambas comprovamos o fim da prisão de ventre, desde nossa “maratona de EFT” (relacionado com o peso? Nesse caso diria que sim.)

4. Minha irmã e eu estavamos planejando uma segunda maratona com o mesmo assunto para ver o que mais aconteceria, que resultados obteríamos ou onde nos levaria. Percebemos que temos que libertar anos e anos, e geração após geração de crenças, idéias, sentimentos e noções velhas e gastas.

5. Diria que em nossa maratona liberamos meses, talvéz anos, de trabalho no tema da falsidade, as ilusões e a negatividade sobre o peso e a comida, E OUTROS assuntos relacionados que surgiram automaticamente. (De fato, até hoje continuo processando).

6. Deixei de engordar. Com relação a prisão de ventre, agora vou “bem e com facilidade”. Agradeço a Deus pela comida espontaneamente. Peço e espero que meu corpo processe a comida e que deixe seguir tudo o que não preciso da forma mais saudável, e estou aprendendo a me apreciar de muitas formas.

7. Sei que não “terminei” ainda com meu trabalho, e é bom, porque, enquanto trabalho, continuamos procurando, explorando, saboreando, experimentando, apreciando, curando e vivendo.
Outra vez, esse este e-mail é maior do que eu queria que fosse, mas tenho que te dizer que esta experiência me deu a ideia de realizar maratonas de EFT sobre vários assuntos. Fiz uma maratona de EFT com um grupo pequeno, no meu consultório, sobre o tema econômico e foi muito bom. O consciente coletivo de duas ou mais pessoas trabalhando e fazendo tapping no mesmo problema ou assunto, provou ser muito poderoso. Imagina onde podem ser úteis essas maratonas de EFT?
Gary, obrigada pelo seu “ouvido eletrônico”

Obrigada pela sua delicadeza e afeto.

Virginia Sabedra

Tradução
Gabriela Ayres
gadhiella@hotmail.com

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